Às vezes a consciência insiste em nos culpar por coisas que não temos o menor controle. Atos falhos, distrações, palavras mal colocadas, escolhas equivocadas… erros inerentes à vida que não nos perdoamos a ocorrência. O eu-lírico dessa canção nos indica uma curiosa atitude – ele abdica da culpa e coloca o futuro nas mãos da única entidade capaz de realmente exercer alguma influência: o acaso.

Quem sabe algum dia a gente se vê…

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