Corrente

A Manu me marcou nessa corrente, e resolvi aderir parcialmente só. Eu devia falar 11 coisas sobre mim, depois responder 11 perguntas e ainda marcar outras pessoas! Vou responder só as 11 perguntas por que é o mais fácil. Desculpa, Manu.

#1: Se a vida te der limões, o que fazer?
Não existe “se”; a vida sempre dá limões. A questão não é o que fazer, é saber enxergá-los. Eu os daria pra alguém, pois detesto limão.

#2: Pra você. qual é o sentido da vida?

Há seis meses, eu teria uma resposta. Hoje tenho outra, e amanhã decerto mudarei também. Hoje, eu diria que é a busca por conhecimento, de forma a desenvolver um senso crítico tal que possibilite uma vida vivida plenamente. Mas aí eu lembro que é muito mais fácil viver sendo ignorante, e fico sem resposta. O sentido da vida é vivê-la da melhor forma possível, uma vez que ela é tudo que temos.

#3: Se você fosse um objeto, que objeto seria e por quê?

Eu queria dizer que eu seria um livro pra poder mudar a vida de alguém, mas isso seria brega e fácil. Acho que eu seria uma caixa de som, pois aí minha utilidade seria a de prover música, e não tem utilidade melhor nesse mundo. Ou um bisturi, pra deixar minha marca.

#4: Qual a graduação que você nunca faria? Por quê?

Qualquer coisa envolvendo matemática, desde engenharia até administração. O pessoal é meio quadradão, sou avesso a números, tem muita conta e pouca reflexão.

#5: No que ou em quem você se inspira para comprar roupas?

Depende da época. Já me inspirei no Chris Drew, no Lucas Silveira, nos meus amigos… hoje faço uma grande AMÁLGAMA disso tudo, com uns toques de criatividade que sustento passeando pelo ebay.

#6: Qual foi o último cd que você comprou/baixou e amou?

Dois CD’s foram lançados na mesma semana, então seria crueldade eu escolher apenas um – o The Best Of Tiziano Ferro, que foi um super pack com 4 discos, gravações e duetos raros; e o Nu, do Forfun.

#7: Você acredita em karma?

Esse tipo de pergunta é foda por que não tenho nenhum motivo para acreditar ou desacreditar. Pra mim, karma é uma forma de justificar as merdas que acontecem na vida – essas merdas podem acontecer por puro acaso ou por algum ordenamento superior, cósmico. Se aceitarmos que há um ordenamento cósmico, o karma é apenas uma consequência dele. Se, por outro lado, pensarmos que a vida não passa de mero acaso, o karma é balela. Eu acredito nos dois – depende do meu humor. Sei que minha crença não mudará nada em ambas as situações, então me vejo no direito de mudá-la constantemente.

#8: Qual o personagem de seriado com o qual você mais se identifica?

Isso depende demais. Já foi o Sid, de Skins, mas hoje acho-o um otário. Já foi o Ted, de HIMYM, mas hoje acho-o um otário. Já foi o Ross, de Friends, mas hoje acho-o um otário. Talvez Bentinho, de Capitu…

#9: Em qual rede social você passa mais tempo? E qual a rede social em que gasta menos tempo? Por quê?

No Facebook, evidentemente. Meu estágio exige que eu fique, no mínimo, 4 horas por dia no face. As que gasto menos tempo são o instagram, que eu nem uso, já que não tiro fotos, e o tinder, que uso de vez em nunca por preguiça de manter aquelas conversas premeditadas até realmente conhecer alguém interessante.

#10: Qual resolução do réveillon de 2013 você conseguiu cumprir em 2014?

A única: buscar conhecimento.

#11: O que acontece quando a força irresistível encontra o objeto inamovível?

Dá merda.

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