Eu parto do princípio de que todo mundo tem uma mente complexa – ainda que a complexidade possa estar bem, BEM escondida embaixo de um oceano de futilidades.

Eu gosto de tentar entender e simplificar a complexidade das pessoas. É um treino – entendendo a complexidade alheia, entendo um pouco mais da minha, que, sinceramente, parece bem mais complicada.

Eu quero saber o que seu inconsciente reprime, esmaga, tortura, por que só assim eu vou saber o que seu consciente significa.

Eu quero entender você, por que só te entendendo pra eu te conhecer.

Imagina só – se eu não entendo você e não me entendo, o que eu tô fazendo aqui?

Vê se não complica mais do que já é.

Aparece.

***

A minha ideia atual de amor é desejar viver determinado instante eternamente. Ele não se associa necessariamente a pessoas, mas a presença delas facilita esses instantes. Eu amo o céu num fim de tarde, eu amo o mar num dia quente, eu amo o vento no calor, eu te amo num instante, no outro nem tanto, em alguns, nunca, na maioria, bastante.

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